museu pequeno para o padre que era artista
O Monsenhor Augusto Nunes Pereira nasceu em 1906 na aldeia da Mata, freguesia de Fajão-Vidual, e foi mais que padre. Foi pintor, escultor, gravador, escritor, etnógrafo. O museu que leva o seu nome abriu em 1997 na aldeia de Fajão, em pleno xisto da Serra do Açor.
O acervo cobre as várias mãos dele. Tem xilogravuras (o que mais se notabilizou), pinturas, esculturas, aguarelas, ferro forjado e vitral, ao lado de um núcleo etnográfico que recria espaços e ambientes da vida tradicional da região. O edifício em si é construção tradicional em xisto e madeira.
A obra que mais o tornou conhecido é "Os Contos de Fajão", recolha de contos da terra. Em 2026 o museu está em fase de requalificação, com a Câmara, a Junta de Freguesia, o Museu Nacional Machado de Castro e o Seminário Maior de Coimbra envolvidos. Verifica antes de ir; quando reabrir, vai estar com narrativa nova.
vai sabendo que
- dedicado ao monsenhor augusto nunes pereira, padre e artista de fajão
- abriu em 1997 numa construção em xisto e madeira, no centro da aldeia
- acervo combina obras do monsenhor (xilogravura, pintura, escultura, ferro forjado) e um núcleo etnográfico
- "os contos de fajão" é a sua obra mais conhecida
- museu em requalificação em 2026, verifica status antes de ir



